Anyway, decidi reviver esse blog flopadérrimo - não, não sei até quando, provavelmente amanhã já não tenha mais saco e adeus - especialmente pra falar dos livros e séries que ando lendo e vendo. 2012 foi o ano dos filmes, vi horrores, fiz listas, dei notas. Esse ano é o dos livros. Nunca li tanto na minha vida. To num momento tão maravilhoso, book-wise, que ando lendo em média um livro por dia. WAT? Sim, to lendo mesmo. Nem todos são bons, hell nope, aliás muitos são uma grande merda mas se tem uma coisa que eu adoro é ler porcarias só pra corrroborar que são lixos. E além disso eu adoro um livro ridículo - jamais mal escrito, apenas com plot ridícula.
Como nem tudo é perfeito nessa vida, eu não to tendo condições de ver tantos filmes. O que é uma grande mentira pq eu tenho todo tempo do mundo, mas não sei viver pela metade e vivo em ciclos; começo a ver/baixar filmes e vejo 15 na semana. E isso serve pra tudo na minha vida; tenho 100 pares de sapato mas quando encarno em um, fico eras usando o mesmo. Serve pra batom, esmalte, roupa de academia e barra de cereal. Meu jeitinho, aceitem.
Agora entrei numa MAJOR depressão pós "Me before You" da Jojo Moyes. Não sei nem como começar explicando esse livro. Aliás, vou colar minha breve descrição pras amigues facebookianas e dá pra ter uma ideia level basic:
"Explicando a plot rapidamente: girl tem uma vida de merda, no interior da inglaterra. Boy rico, bem sucedido, bitching around sofre um major acidente e fica tetraplégico. Vai pro interior pra familia rica cuidar dele. Girl perde o emprego e acaba caindo na casa deles pra cuidar dele, companion. THIS IS A DISGRACE. Nada mais falo pq tu pensa AI QUE LINDO ELES VAO SE AMAR, TUDO SERÁ MARAVILHOSO. Mas não se enganem pq é tudo maravilhoso, mas só sofrimento."
Melhor resumo né? NÃO. Mas meu objetivo não era explicar mesmo, eu só queria dizer que eu li Me before you em 1 mísero dia e nos 38% (não vejo paginação, só % em kindle, me julguem) eu já tava chorando. Nas últimas 70 páginas eu tava abaladíssima, psicologicamente falando e POR FAVOR, epílogo NÃO. Eu criei um trauma de epílogo nesse ano que só de ler a palavra eu já fecho o kindle e vou lavar louça pq não sou obrigada a tanto sofrimento.
Nunca tinha lido nada da Jojo Moyes e não sei se estou preparada pra ler qualquer outra coisa dela. É todo um nível de tristeza que eu não tinha experimentado anteriormente. Nem A culpa é das estrelas, nem Clockwork Princess, nem A menina que roubava livros, nem qualquer porcaria deprimente é tão triste.
To super convencendo todo mundo - zero pessoas - a ler né? Mas a grande verdade é que o livro é dos mais sensacionais que li nos últimos tempos. Lou e Will, os protagonistas, são muito bem trabalhados. A família de Lou é bizarramente ótima, e alguns capítulos mostram o ponto de vista dos personagens secundários, o que dá um tom diferente a história, nos mostrando a dor, indignação, motivação e realidade de cada personagem. Jojo escreve muito bem, mas de forma muito low profile, cool. Nada rebuscada, tudo muito close to home, nos apegamos aos personagens logo de cara e sabemos que temos a long way down.
Como eu não me aguento, joguei Me before You no search do tumblr e vi que a MGM já comprou os direitos pra fazer o filme. Shaking & Crying, Sobbing & Dying desde já. O povo logicamente já tá criando seus castings e Jennifer Lawrence - sempre ela - e Michael Fassbender são os top de todo mundo. Mas também né colegas? Quem não gostaria? Acho high profile demais mas combina bem com os personagens.
Acho que não quero mais falar sobre o livro pq só de lembrar me bate uma tristeza. Uma tristeza boa, mas doída. Lembro da minha vó, do Will, de como a gente não valoriza o que a gente tem e tudo soa tão piegas e ridículo, e ao mesmo tempo tão pequeno.
Jojo, thanks for being a bitch e destruir meu coração. Jamais esquecerei da história da Lou e do Will e de como pequenos grandes gestos mudam a história de vida de uma pessoa.
Trechos (mid-spoiler) pra matar:
“I told him a story of two people. Two people who shouldn’t have met, and who didn’t like each other much when they did, but who found they were the only two people in the world who could possibly have understood each other.”
“You only get one life. It’s actually your duty to live it as fully as possible.”
I CAN'T
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